A técnica recua ante o fazer-diário. O pensamento dilui-se nas sensações que vão chegando. A perfeição enterra-se para, com sorte, brotar a descoberta.
“Há algo na prática diária que se aproxima ao ritual. Há algo na repetição que dá lugar à distração. E a distração dá lugar à surpresa. E a surpresa, quiçá, permite-nos escapar da consciência*”. – Julián Galay